Health in Brazil expands structure implanting Birth CentersSaúde amplia estrutura para realizar partos normais

News from Ministry of Health!

I encourage all municipalities to join efforts to implement Birth Centers (CPNs) in Brazil, ensuring a humanized and secure assistance during childbirth to all women!!

“STORK NETWORK

Expectation is to Promote the reform and expansion of Birth Centers 280 until 2014. With these drives pregnant women will gain qualified, safe and humane assistance.

O Ministério da Saúde está disponibilizando aos estabelecimentos hospitalares que fazem parte da Rede Cegonha recursos financeiros para a implantação e custeio de Centros de Parto Normal (CPN). A iniciativa visa ampliar e qualificar a estrutura de atendimento às gestantes e recém-nascidos. Na semana passada foi publicada a Portaria nº 904 que estabelece as diretrizes para implantação e habilitação dos CPN. A expectativa é de que, até 2014, sejam implantados 280 centros em todo o país, com previsão de liberar R$ 165,5 milhões para investimento e custeio dessas unidades.

“Estamos, com esta medida, garantindo o direito das mulheres a espaços de cuidado que possibilitam uma ambiência adequada e que favoreçam as boas práticas de atenção ao parto e ao nascimento”, destacou o ministro da Saúde Alexandre Padilha. “Com a implantação dos Centros de Parto Normal, as gestantes vão ganhar atenção qualificada, segura e humanizada”, completou.
O CPN é uma unidade de saúde que presta atendimento humanizado e de qualidade exclusivamente ao parto normal. Inserido no sistema de saúde local, o Centro atua de maneira complementar às unidades existentes e é organizado no sentido de promover a ampliação do acesso, do vínculo e do atendimento ao parto e puerpério. O centro pode se localizar nas dependências internas do estabelecimento hospitalar (unidade  intra¬-hospitalar) ou nas dependências externas, a uma distância de, no máximo, 200 metros do estabelecimento (unidade peri-hospitalar).
A portaria estabelece ainda os tamanhos e as respectivas capacidades de produção dos centros. O CPN peri-hospitalar será composto por cinco quartos, com realização mínima de 840 partos/ano (média de 70 partos/mês).
Já na modalidade intra-hospitalar  deve ter cinco ou três quartos (com produção mínima de 480 partos anuais ou média de 40 partos por mês).
A equipe multiprofissional do centro deve ser composta por enfermeiros obstétricos, técnicos de enfermagem e auxiliares de serviços gerais.
INCENTIVOS – Os hospitais receberão R$ 540 mil para ampliação da área física e R$ 270 mil ou 189 mil para reforma do Centro, de acordo com a capacidade de atendimento. Para aquisição de equipamentos, mobiliários e materiais, os hospitais receberão R$ 165 mil ou R$ 100 mil, de acordo com o número de quartos. Os recursos de custeio somam R$ 80 mil e 50 mil, segundo a capacidade.
No Sistema Único de Saúde (SUS), os partos normais corresponderam, atualmente, a 63,2% dos partos realizados. Em 2012, foram realizados 1.123.739 partos normais e 753.766 cesáreas pelo SUS.
HUMANIZAÇÃO – A atenção humanizada ao parto e nascimento é fundamentada na importância do fortalecimento do protagonismo e da autonomia da mulher neste momento. Este modelo de parto incentiva a participação da gestante nas decisões referentes às condutas, protege a mulher contra violência ou negligência, reconhece os direitos fundamentais de mulheres e crianças a tecnologias apropriadas de atenção em saúde, com a adoção de práticas baseadas em evidências, e garante o direito à acompanhante de livre escolha.
Por Silvia Cavichioli, da Agência Saúde – Ascom/MS
(61) 3315-3580// 6260″
http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/11182/162/saude-amplia-estrutura-para-realizar-partos-normais.html

Notícia do Portal Saúde do Ministério da Saúde!

Convido à todos os municípios se unirem aos esforços e implantarem Centros de Parto Normal (CPNs) pelo Brasil, garantindo uma assistência humanizada no SUS, para todas as mulheres!!!

“REDE CEGONHA

Expectativa é promover a reforma e ampliação de 280 Centros de Parto Normal até 2014. Com essas unidades as gestantes vão ganhar atenção qualificada, segura e humanizada.

 

O Ministério da Saúde está disponibilizando aos estabelecimentos hospitalares que fazem parte da Rede Cegonha recursos financeiros para a implantação e custeio de Centros de Parto Normal (CPN). A iniciativa visa ampliar e qualificar a estrutura de atendimento às gestantes e recém-nascidos. Na semana passada foi publicada a Portaria nº 904 que estabelece as diretrizes para implantação e habilitação dos CPN. A expectativa é de que, até 2014, sejam implantados 280 centros em todo o país, com previsão de liberar R$ 165,5 milhões para investimento e custeio dessas unidades.
“Estamos, com esta medida, garantindo o direito das mulheres a espaços de cuidado que possibilitam uma ambiência adequada e que favoreçam as boas práticas de atenção ao parto e ao nascimento”, destacou o ministro da Saúde Alexandre Padilha. “Com a implantação dos Centros de Parto Normal, as gestantes vão ganhar atenção qualificada, segura e humanizada”, completou.
O CPN é uma unidade de saúde que presta atendimento humanizado e de qualidade exclusivamente ao parto normal. Inserido no sistema de saúde local, o Centro atua de maneira complementar às unidades existentes e é organizado no sentido de promover a ampliação do acesso, do vínculo e do atendimento ao parto e puerpério. O centro pode se localizar nas dependências internas do estabelecimento hospitalar (unidade  intra¬-hospitalar) ou nas dependências externas, a uma distância de, no máximo, 200 metros do estabelecimento (unidade peri-hospitalar).
A portaria estabelece ainda os tamanhos e as respectivas capacidades de produção dos centros. O CPN peri-hospitalar será composto por cinco quartos, com realização mínima de 840 partos/ano (média de 70 partos/mês).
Já na modalidade intra-hospitalar  deve ter cinco ou três quartos (com produção mínima de 480 partos anuais ou média de 40 partos por mês).
A equipe multiprofissional do centro deve ser composta por enfermeiros obstétricos, técnicos de enfermagem e auxiliares de serviços gerais.
INCENTIVOS – Os hospitais receberão R$ 540 mil para ampliação da área física e R$ 270 mil ou 189 mil para reforma do Centro, de acordo com a capacidade de atendimento. Para aquisição de equipamentos, mobiliários e materiais, os hospitais receberão R$ 165 mil ou R$ 100 mil, de acordo com o número de quartos. Os recursos de custeio somam R$ 80 mil e 50 mil, segundo a capacidade.
No Sistema Único de Saúde (SUS), os partos normais corresponderam, atualmente, a 63,2% dos partos realizados. Em 2012, foram realizados 1.123.739 partos normais e 753.766 cesáreas pelo SUS.
HUMANIZAÇÃO – A atenção humanizada ao parto e nascimento é fundamentada na importância do fortalecimento do protagonismo e da autonomia da mulher neste momento. Este modelo de parto incentiva a participação da gestante nas decisões referentes às condutas, protege a mulher contra violência ou negligência, reconhece os direitos fundamentais de mulheres e crianças a tecnologias apropriadas de atenção em saúde, com a adoção de práticas baseadas em evidências, e garante o direito à acompanhante de livre escolha.
Por Silvia Cavichioli, da Agência Saúde – Ascom/MS
(61) 3315-3580// 6260″
http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/11182/162/saude-amplia-estrutura-para-realizar-partos-normais.html

Local newspaper follows the work of the midwife Mayra CalvetteJornal acompanha o trabalho da parteira Mayra Calvette

Lovely article  at a local newspaper, they follow the work of the midwife Mayra Calvette during Iris Espindola’s labor and unforgettable moments of the arrival of her daughter Lais.  http://ow.ly/lCsZS

15077603Reportagem linda no Donna DC! Eles acompanharam momentos inesquecíveis na chegada de Laís, filha de Iris Espíndola! Reportagem completa no Diário Catarinensse domingo, no jornal impresso, não perca!!!  http://ow.ly/lCsZS

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Episode ReflectionEpisódio Reflexão

Now back to Brazil, let’s meet humanized childbirth movement here. We will visit some institutions, talk to professionals and women, that more and more seek information and alternatives for childbirth in Brazil. http://ow.ly/lC78j

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Sunday, June 02 at 11:30pm on GNT

You can watch online in the link
You have to presss the full screen mode.

Agora de volta ao Brasil, vou mostrar o movimento do parto humanizado por aqui. Vamos conhecer algumas instituições, conversar com profissionais e mulheres, que cada vez mais buscam informações e alternativas para o parto no Brasil. http://ow.ly/lC78j
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Domingo, dia 02 de junho às 23h30min na GNT
Você pode assitir online no site
Pressione no modo de Tela Cheia para conseguir assistir.

Contrasts – Episode IV of the Series Birth Around the WorldContrastes – Episódio 4 da série Parto pelo Mundo

Next Sunday we will travel to the the extremes of the world and find out some more about the CONTRAST during child labor. On one hand we have countries with high technology and infrastructure and on the other hand we encounter with lack basic resources. U.S., Vietnam, Germany to Nepal we will see cultural diversity and public policies that lead us down to this different paths.
Birth the World!! Sunday, May 26 at 11:30pm on GNT

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“Diversity serves as a means by which we can learn and evolve” Birth Around the World

You can watch online in the link
You have to presss the full screen mode.

If you haven’t had the opportunity to watch the previous episodes, we have available online a piece of each one of the episodes! Hope you like it!!!No próximo domingo vamos viajar pelos os extremos, conhecer os CONTRASTES do mundo na hora parto. De um lado temos paises com alta tecnologia e infra-estrutura e do outro nos deparemos com a faltam recursos básicos. Dos Estados Unidos, Vietnã, Alemanha ao Nepal veremos a diversidade cultural e as políticas publicas que nos levam por caminhos tão diferentes.
Parto pelo Mundo!!! Domingo día 26 de Maio às 23h30min na GNT

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“As diversidade serve para que nos fazer refletir, aprender e a evoluir.”
Parto pelo Mundo

Você pode assitir online no site
Pressione no modo de Tela Cheia para conseguir assistir.

Se você não teve a oportunidade de assistir os episódios anteriores, no site da GNT tem um trecho de cada capitulo da nosso viagem! Vale conferir!

Previous episodes – Birth around the World Episódios anteriores – Parto pelo Mundo

For those who haven’t had the opportunity to watch the previous episodes, we have available online a piece of each one of the episodes. With information and some curiosities, we show a  little of what we’ve prepare to you with love and affection!! Hope you enjoy!!!

Episode I – Tradition

Episode II – Transition

Episode III – Revolution

Episode IIII – ContrastsPara quem não teve a oportunidade de assistir os episódios anteriores, no site da GNT tem disponível um trecho de cada programa que já foi ao ar.  Com curiosidades e informações o video mostra um pouco do que nós preparemos com muito amor e carinho para vocês! Espero que gostem!!!!

Episódio 1 – Tradição

Episódio 2 – Transição

Episódio 3 – Revolução

Episódio 4 – Contrastes

Birth Around The World – Episode III – RevolutionParto Pelo Mundo – 3º Episódio: Revolução

Revolution, our third episode will be on tv next sunday, May 19 11:30pm (brazilian time) at GNT. We have special interviews with the doctor and researcher Michel Odent, Ina May, Janet Balaskasand and Robin Lim! Passing by Indonesia, United States, England and New Zealand we’ll visit places that are living a revolution. Let’s see inspiring realities and who is behind them.

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“The importance of the revolution is to expand the opportunities available to women of how she wants to give birth to her baby” Birth Around the World

You can watch online in the link
You have to presss the full screen mode.Revolução vai ao ar no 19 de maio, às 23h3min na GNT. Vai contar com entrevistas super especiais do médico e pesquisador Michel Odent, Ina May, Janet Balaskas e Robin Lim! Passando pela Indonésia, Estados Unidos, Inglaterra e Nova Zelândia vamos conhecer lugares que passaram por revoluções. Vamos ver realidades que inspiram e quem está por trás delas! Esta lindo!!!

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“A importância da revolução é ampliar as possibilidades de escolha para a mulher.” Parto Pelo Mundo

Você pode assitir online no site

Pressione no modo de Tela Cheia para conseguir assistir.

Parto Pelo Mundo – Birth Around The World – Episode: TransitionsParto pelo Mundo: Episódio – Transições

The second program will be today, May 12 at 11:30pm, GNT (Brasil time).
Very special day because it is Mother’s Day and Nurse’s Day!

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In the next program we will travel to countries undergoing a transition, showing Nepal, Cambodia, Japan and Australia.. In which direction is heading this change?

“The world is in constant transition, and one of the most important in our lives is BIRTH” Birth Around the World

You can watch online in the link
You have to presss the full screen mode.Hoje, dia 12 de maio, segundo episódio da Série Parto pelo Mundo, às 23:30 na GNT!

Fomos presenteados com a data, pois hoje também é Dia das Mães e Dia do Enfermeiro!

Parabénsss!!!! Vamos comemorar assistindo ao Parto pelo Mundo!

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Você pode assitir online no site

Pressione no modo de Tela Cheia para conseguir assistir.

Birth Around the World Series premiere May 5th Série Parto Pelo Mundo estréia dia 5 de maio no GNT

It’s with great joy and excitement that we announce the premiere of Birth Around the World Series – “Parto pelo Mundo” on May 5th at 11pm on GNT!a local TV channel from Brazil!!
Produced by Cinevideo Produções

Lake Wanaka

Childbirth, anywhere in the world, is a remarkable event that deeply transforms the lives of all involved. An experience that is both common and distinct to all human beings in each and every society.

Camboja

The series “Parto pelo Mundo” (Birth Around the World) presents the many facets of birth through a journey around the world.

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Mayra Calvette, a nurse-midwife, and her husband, Enrico Ferrari, embarked on an adventurous journey, which lasted the period of a pregnancy, visiting 25 countries for over nine months.

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This new TV series is the result of this experience. It is an intimate, unique and personal record of various societies and how birth happens around the globe. Different points of view guided by the same concerns of a healthy, happy and safe birth for both mother and baby.

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Liepzig - visita pós parto com Birke

The couple visited many dwellings and saw children being born in the middle of rice fields in Camboja, others being blessed by butter in Tibet, as well as many more being born in hospital with all the leading technology available today.

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They’ve interviewed physicians, nurses, midwives, doulas, fathers and mothers. Women who have revolutionized the health system in New Zealand and those who’ve decided to live in the margins of healthcare in the United States. Furthermore, they’ve investigated the big movement that is currently happening in their home country, Brazil.

Entrevista com Birke Heinrich - Liepzig - Alemanha

Shonan Atsugi

College of Midwives

Visiting clinics, maternity homes, hospitals, villas and residences they’ve created a valuable memoir that displays the birth features of many nations. Interviews were recorded, vídeos, photos, and a travel journal were produced gathering important data of the healthcare system of each one of the country’s visited.

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This quest has been intertwined with common activities of a newlywed couple who travels the world experiencing different cultures, practicing sports and viewing unforgettable places of our planet.

West Coast - New Zealand

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Camboja

Mayra and Enrico are now back to their homeland to share this experience. “Parto pelo Mundo” is a new look at the world we live in by the way we’ve got into it.

Camboja

Join us, be inspired and part of this movement!

Together we are stronger!

The Big TreeCom muitaaaaa alegria que anunciamos a Estréia da série Parto Pelo Mundo dia 5 de maio às 23:30 na GNT!!! Serão 5 episódios de 26 minutos, com um novo episódio todos os domingos, às 23:30.
Com produção especial da Cinevideo Produções

Lake Wanaka

Em qualquer lugar do planeta o nascimento de uma criança é um acontecimento marcante que modifica profundamente a vida dos envolvidos. Uma experiência que é comum a todos os seres humanos, mas que acontece de modo bastante diverso em cada sociedade.

Camboja

A série “Parto pelo mundo” mostra as muitas facetas do nascimento através de uma viagem de volta ao mundo.

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A enfermeira parteira Mayra Calvette e seu marido, o empresário Enrico Ferrari empreenderam essa jornada de nove meses por 25 países, o tempo de uma gestação.

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A série é o resultado dessa experiência, um registro único e pessoal de diversas sociedades e do modo como elas lidam com os nascimentos. Pontos de vistas tão diferentes guiados pela mesma preocupação com um nascimento saudável, feliz e seguro para a mãe e bebê.

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Liepzig - visita pós parto com Birke

Viram crianças que nasciam em meio de plantações de arroz no Camboja, outras abençoadas pela manteiga do Lama no Tibet e ainda as que nasciam no hospital com toda tecnologia disponível.

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Entrevistaram médicos, enfermeiras, parteiras, doulas, pais e mães. Mulheres que revolucionaram o sistema de saúde da Nova Zelândia e as que decidiram viver à margem dele nos Estados Unidos. Além disso, registraram o grande movimento que está acontecendo no próprio Brasil.

Entrevista com Birke Heinrich - Liepzig - Alemanha

Shonan Atsugi

College of Midwives

Visitaram clínicas, casas de parto, hospitais, vilas e residências. Produziram vídeos, fotos e um diário de viagem, onde registraram aspectos da cultura, relatos de parto e dados do sistema de saúde de cada país visitado.

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Intercalaram a pesquisa com atividades comuns de um jovem casal que viaja pelo mundo: praticaram esportes, conheceram culturas diferentes, visitaram lugares inesquecíveis.

West Coast - New Zealand

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Camboja

Agora voltaram pra dividir essa experiência.
“Parto pelo mundo” é uma maneira de conhecer o mundo pelo modo que chegamos nele.

Camboja

Nos acompanhe, se inspire e faça parte também desse movimento!

Unidos somos uma força muito maior!

The Big Tree

Stork Network – Towards a new model of care Rede Cegonha – Por um novo modelo de assistência

Brazil is currently undergoing major changes in obstetric care. The movement for childbirth humanization is growing and getting stronger every day.

To give the necessary assistance to pregnant women and their children, the Ministry of Health launched in March 2011, the Stork Network strategy, composed of a set of measures to ensure all Brazilians, from the SUS (Brazilian public health system), adequate, safe and humane assistance from confirmation of pregnancy, through prenatal and childbirth, until the first two years of baby’s life. All Brazilian states have joined the Stork Network strategy.

The Stork Network, established under the National Public Health System, is a network of care that aims to ensure women’s right to reproductive planning and humanized assistance during pregnancy, childbirth, postpartum and abortion, as well for the child’s rights of a safe birth and healthy growth and development.

The Ministry of Health is investing $ 4,640 billion until 2014. These funds are invested in building a network care for women and children. “We have to build a welcoming environment for women to feel more secure at this time and, therefore, it is necessary to qualify the physical space and changing practices,” emphasizes the technical area coordinator of Women’s Health, Esther Vilela.

Prenatal care is a priority in the Basic Health Units (BHU). This is where the realization of all the care and prenatal testing happen. Also, at this time, the woman will make the link with maternity and will know, from the first months, where she will have her baby. Because what happens sometimes in Brazil is the lack of vacancies in public maternities, and the pregnant woman has to go from one place to another in labor.

During childbirth Stork Network qualifies health teams to provide humanized and skilled service. There’s a reception with risk classification, comfortable and safe environment for the woman and baby, focusing on quality and humanization of childbirth. A woman has the right to have a companion during labor and special assistance in the event of a high risk pregnancy. Furthermore, the strategy ensures humanized attention to women in an abortion situation. The Stork Network is funding 100% of the construction and funding of Birth Centers and House of the mother, baby and puerpera, 80% of funding for expansion and qualification of beds (ICU, Kangaroo care) and funding the ambience for delivery room in the hospitals, so they can be more welcoming and have “PPP” room (pre birth, birth and postpartum) for the woman in labor to stay in the same room during the process of giving birth.

During the postpartum, Stork Network accompanies the growth and development of children from 0-24 months of age. There is guidance on all necessary care for the woman and her baby, promoting breastfeeding and monitoring of the vaccination calendar. Additionally, moms can have access to information and availability of family planning methods, consultations and educational activities.

Let’s be part of this change! We must take the moment and the Federal Government investment! For this we need committed people who take this project forward so that the Stork Network strategy can be implemented in your city! The world is made of people, we need to make our part so the change can take place.O Brasil está passando por momento importante de mudanças na assistência obstétrica. O movimento pela humanização do parto cresce e se fortalece a cada dia.

Para dar a assistência necessária às gestantes e seus filhos, o Ministério da Saúde lançou, em março de 2011, a estratégia Rede Cegonha, composta por um conjunto de medidas para garantir a todas as brasileiras, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), atendimento adequado, seguro e humanizado desde a confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal e o parto, até os dois primeiros anos de vida do bebê. Todos os estados brasileiros já aderiram à estratégia.

A Rede Cegonha, instituída no âmbito do Sistema Único de Saúde, consiste numa rede de cuidados que visa assegurar à mulher o direito ao planejamento reprodutivo e à atenção humanizada à gravidez, ao parto, ao puerpério e ao abortamento, bem como o direito ao nascimento seguro, ao crescimento e ao desenvolvimento saudáveis. Conta com R$ 9,397 bilhões do orçamento do Ministério da Saúde para investimentos até 2014. Esses recursos são aplicados na construção de uma rede de cuidados à mulher e à criança. “Temos que construir um ambiente acolhedor para que a mulher se sinta mais segura nesse momento e, para isso, é necessário a qualificação do espaço físico e a mudança das práticas”, enfatiza a coordenadora da área técnica de Saúde da Mulher, Esther Vilela.

No pré natal há uma prioridade de atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). É nela que há a realização de todo os cuidados e exames pré-natais. Também, será neste momento, que a mulher fará a vinculação com uma maternidade e saberá, desde os primeiros meses, onde terá o seu bebê.

Durante o parto a Rede Cegonha qualifica as equipes de saúde para prestação de atendimento humanizado e especializado. Há o acolhimento com classificação de risco, ambiente confortável e seguro para a mulher e o bebê e foco na humanização e qualidade do parto. A mulher tem o direito a um acompanhante durante o parto e atendimento especial no caso de uma gravidez de risco. Além disso, a estratégia garante atenção humanizada às mulheres em situação de abortamento. A Rede Cegonha está financiando 100% da construção e custeio do ?Centro de Parto Normal (CPN) e Casa da gestante, bebê e puérpera (CGB); 80% de custeio para ampliação e qualificação dos leitos (UTI, Canguru) e financiando a ambiência para os locais de parto, para que as maternidades sejam mais acolhedoras e disponham de quarto PPP(pré parto, parto e pós parto) para que a mulher em trabalho de parto fique no mesmo ambiente durante todo o processo de parir.

Durante o pós-parto a Rede Cegonha acompanha o crescimento e desenvolvimento da criança de 0 a 24 meses de idade. Há a orientação sobre todos os cuidados necessários para a mulher e seu bebê, promoção e incentivo ao aleitamento materno e acompanhamento do calendário de vacinação. Além disso, as mamães podem ter acesso a informações e disponibilização de métodos de planejamento familiar, consultas e atividades educativas.

Temos que aproveitar o momento e o investimento do Governo Federal! Para isso precisamos de pessoas engajadas que levem esse projeto a frente para que da estratégia Rede Cegonha seja implementada no seu município. Vamos fazer a nossa parte para que esta mudança aconteça!

Para maiores informações de como elaborar propostas para rede cegonha clique aqui.

Clique aqui e leia um lindo cordel da Rede Cegonha. Vale a pena!

Publicado no Blog da Gisele

Bali – Living and Learning!Bali – Vivendo e Aprendendo!

Bali is one of the Islands of Indonesia. It is known as the Island of Temples, Island of Peace Island of the Gods, Island of Hinduism, Island of Love. You can see the rich Balinese culture is already upon arrival at the airport, which is a typical construction. There are colors, music, spirituality, art and tradition everywhere in Bali!

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It has a population of about 3,891,000. Approximately 92% of the population is Hindu while in the other islands the vast majority is Muslim. And you don’t see violence around Bali.

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The traffic is crazy! Many motorbikes, horn all the time for anything, and small streets. But it seems that they understand each other!

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The first week I stayed in Ubud, one of the busiest cities of Bali, while Enrico was in Australia with his friend Eduardo Kiko (Dudu). The main reason was to be near Bumi Sehat clinic. This organization has the midwife Robin Lin as the founder.

I visited Bumi Sehat every day I was there. My idea was to do volunteer work there, but there were enough volunteers, working in several areas. And not many births happening that week, even with the full moon. So I was there observing the movement and talking with professionals, volunteers, midwives and mothers. You can read more about Bumi Sehat in the previous post.

Pre Natal Care education
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There I interviewed Ibu Robin Lin, Wine, Rena and Maya.

Robin is the founder of Bumi Sehat. She started to offer free care for pregnant women and children under five for free in 1994 in Ubud area. The demand grew and the clinic Bumi Sehat was founded in 1995. She is an exemple of compassion, love and determination.

Ibu Robin Lin with me!

Wine is a beautiful balinese women, she is also Robin’s daughter-in-law, married with her son. She had a lotus birth at home, with the help of Grandma Robin. She is pregnant again! Wine is also a teacher of yoga for pregnant women in the clinic.

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Maya is American and was working as a student volunteer, she told a little about her experience at the clinic so far.

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Rena is one of professional midwives at the clinic and is passionate about her work. She said the reality is very different in other hospitals in Bali and about the importance of loving care for the new mothers.

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This week I also met with Debra Pascali Bonaro , always smiling and radiating her wonderful light! She was there to give the course Doula Eat Pray that had women from all around the world participating. It was great to meet her again, talk and share about the travels around the world! I also had the opportunity to speak briefly about the project to the group.
Debra wearing the shirt of the project that and I with wearing Bumi Sehat shirt:

Debra Pascali and Bonaro me!

Besides visiting Bumi Sehat, I visited three clinics in Bali to know what happens at the other settings.

They are private clinics and have the government license to operate. The only public hospital is in Dempasar, so many women end up having their babies at the local clinics. Usually I come in and ask to speak to one of the nurses / midwives professionals.

When I have the opportunity I ask about birth for women, at the stores, restaurants, massage places, street. In one of the restaurants I went to lunch, the waitress was super friendly and had a very good English. She started talking about the planting of rice that was in front of the restaurant, which was the staple food and was always white. Many families have their own rice fields.
Ubud

The families are large. In Hindu culture when the woman marries she will live in her husband’s house, and add up the number of members at the house. But now the couples have less children. The schools are private and most health costs are also private.

The subject with the waitress ended up in Birth, as always … She said she has two daughters, ages 5 years and 2 years and that they stay with their grandmother while she works, which are every day, 8 hours per day. If she has a day off, she has to recover the other day … and the monthly salary is very low. She said she had her children in nurses clinic in her community. She said they exist it in many communities.
The next day we arranged to go visit this clinic together and she accept to be interviewed. She went to the clinic because the care is better and it’s closer from her house.

The other day she was there in front of my hotel with her daughter so we could visit the clinic together. On the way we talked about the Balinese culture and her conflicts in her second pregnancy.

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We arrived at the clinic, looked like a home from outside. And one of the nurses lives on top of the clinic. They do prenatal, delivery, and also family planning, vaccines and pediatric care. The nurse declined to be interviewed, and was also busy. So Tara showed me the clinic, which is a room for appointments and one behind for the birth. A small and simple room with two beds.

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I felt bad because her daughter was crying scared all the time we were there. She said it was because they normally go there for vaccinations. Might it be memories of the birth?

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Another clinic was in Nusa Dua. My friend Livia was with me. A very small clinic. The nurse showed the delivery room. A room with two beds for normal delivery. The nurse cares during labor, when gets near the time of birth, she calls the doctor.

There was a woman in labor with the support of her husband. I asked the nurse to ask them if I could get in. With their permission, I went. She was lying on the bed side. We started talking, but the husband was the one answering. It was her first baby. She said the contractions were hurting. Each rush (contraction) that came she would contract, but without doing any sound.

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I asked if the back was hurting. She said yes. I began to massage the lower back slowly, and she began to relax more. I said that moving the hips move could also help …. She wanted to try. She moved out of the bed and started moving the hip while I was doing massage. She seemed more relaxed. I thought it was time to go because I was just visiting and when I realized I was there helping a woman in labor … I miss doing that!

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I left, but soon I came back because I have forgotten to give my card with my email so I could send the photos. I came into the room and she was standing, moving the hips and her husband massaging the back! I was very happy to see that! She and her husband smiled at me and thanked me, saying it helped a lot!

I talked to the nurse and said that move, change positions, do massage during labor helps a lot! I suggested for her to visit Bumi Sehat in Ubud and see how the births take place there.. she seemed interested to learn.

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In Kuta I visited another clinic that is based in the care of nurses. It’s like a birth centre, where only normal deliveries take place, but without the philosophy of gentle birth. But it is well organized and clean.

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The nurse midwives Sukadani Ni Pt Ayu welcomed me and the clinic. There is a delivery room with two beds separated by a curtain. The deliveries always happen in the gynecological position as in the other clinics.

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The nurses did not know it could be different . If they need help in a complicated birth, they call the doctor, usually to use forceps or vacuum extraction during birth. The baby is born and taken to receive routine care. After, mother and baby go to the postpartum room together usually for two days. There is a private room and shared. The private sector is more expensive.

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I said : ” But you know that in my practice most mother chooses to have baby squatting!” , trying to not hurt them, but to say that there are other options… They looked to each other and gave and smiled, thinking it was a fun think to do: ” Oh, but here no, all women give birth laying down!” and they were proud of that, because it is more civilized!
But I said the other positions could help the baby descend, could facilitate … they demonstrated interest in learning more about it, they told me to come back to give a course.

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Most professionals and women simply do not know another way for babies to be born …the have been conditioned to think that this is the only and best way to do it. Maybe next time I come back ready to give courses?

This stayed in my mind … it would be another project!

Who knows, maybe in the future … Living and Learning!

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Bali é uma das Ilhas da Indonésia. É conhecida por ser a Ilha dos Templos, Ilha da Paz, Ilha dos Deuses, Ilha do Hinduísmo, Ilha do amor. Pode-se perceber a rica cultura balinesa na chegada, no aeroporto, que é uma construção típica. Há cores, música, espiritualidade, arte, tradição por todos os lados…

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Tem uma população de cerca de 3,891,000. Cerca de 92% da população é Hindu, sendo que a grande maioria nas outras ilhas é mulçumano.

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Por mais que seja um tanto movimentado nas cidades, e com pessoas com menor condições financeiras, não se percebe violência. O trânsito é uma loucura! Muitas motos se atravessando, buzinas o tempo todo, e ruas pequenas para a quantidade de carros e motos. Mas parece que eles se entendem!

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Na primeira semana fiquei em Ubud, uma das cidades mais movimentadas de Bali, enquanto o Enrico ficou na Austrália com nosso amigo Eduardo Kiko (Dudu). E o motivo principal foi para estar perto da conhecida clínica Bumi Sehat. Essa organização que tem como Madrinha a midwife Robin Lin.

Nos dias que eu estava em Ubud visitava Bumi Sehat todos os dias. A minha idéia era fazer um trabalho voluntário lá, mas há haviam bastante voluntários, trabalhando em diversas áreas. Então ia lá para observar o movimento e conversar com os profissionais, voluntários, parteiras e mães. Conto um pouquinho de Bumi Sehat no post anterior .

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Por lá entrevistei Robin Lin, Wine, Maya Hensold e Rena.

Ibu Robin Lin é a fundadora de Bumi Sehat. Ela começou a oferecer cuidado gratuito para as mulheres grávidas e crianças menores de cinco anos de graça em 1994 na área de Ubud. A demanda cresceu ea clínica Bumi Sehat foi fundada em 1995. Robin é um exemplo da compaixão, amor e determinação.

Ibu Robin Lin with me!

Wine é nora da Robin Lin. Ela teve um parto de lótus em casa, aparado pela avó Robin. Ela está grávida novamente! Wine também é professora de Yoga para gestantes na clínica.

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Maya é americana e estava trabalhando como estudante voluntária, ela contou um pouco de como está sendo a sua experiência, lindo demais!

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Rena é uma das parteiras profissionais na clínica e é apaixonada por seu trabalho. Disse que a realidade é muito diferente nos outros hospitais e da importância do cuidado com amor.

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Nessa semana também me encontrei com a querida Debra Pascali Bonaro, sempre sorridente e irradiando sua Luz maravilhosa! Ela estava lá para dar o curso Eat Pray Doula que juntou mulheres de várias partes do mundo. Foi muito bom reencontrá-la, conversar e compartilhar sobre as andanças pelo mundo! Também tive a oportunidade de falar brevemente sobre o projeto para o grupo.
Debra usando a camiseta do parto pelo mundo que dei de presente e eu com a camiseta do Bumi Sehat:

Debra Pascali Bonaro and me!

Além de visitar Bumi Sehat, visitei 3 clínicas em Bali para conhecer o que acontece no outro extremo, como a Rena falou.

Todas as clínicas eram privadas. O único hospital público é em Dempasar, então muitas das mulheres acabam tendo seus bebês nas clínicas. Geralmente eu chego e peço para falar com uma das enfermeiras/ parteiras profissionais.

Sempre quando tinha a oportunidade perguntava de parto para as mulheres balinesas. Em um dos restaurantes que fomos almoçar, a garçonete, Tara, era super simpatica, falava bem inglês e ficamos conversando. Ela começou falando da plantação de arroz que tinha na frente do restaurante. Muitas famílias têm seus próprios arrozais. E as famílias são grandes.
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Na cultura hindu quando a mulher casa ela vai morar na casa do marido, e vão se somando o número de membros. Mas hoje os casais não têm tantos filhos como antes. As escolas são privadas e a maioria dos custos em saúde também são privados.

O assunto acabou em parto, como sempre. Tara falou que tem duas filhas, de 5 anos e de 1 ano e meio e que fica com a avó enquanto ela trabalha, que são todos os dias, 8 horas por dia. Se ela tem uma folga, tem que recuperar nos outros dias… e o salário mensal é muito baixo. Ela falou que teve suas filhas em uma clínica de enfermeiras na sua comunidade. Ela disse que é comum e tem em várias comunidades.
Combinamos de ir visitar essa clínica juntas e ela topou de ser entrevistada. São clínicas privadas e têm a licença do governo para funcionar. Ela foi para a clínica pelo atendimento ser melhor que no hospital público. No outro dia ela estava lá na frente do meu hotel com sua filhinha para irmos visitar a clínica. No caminho conversamos sobre a cultura balinesa e de seus conflitos com a sua segunda gestação.

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Chegamos na clínica, parecia uma casa. E uma das enfermeiras mora em cima da clínica. Elas atendem o pré natal , parto, e também fazem planejamento familiar, vacinas e atendimento pediátrico. A enfermeira não quis ser entrevistada, e também estava atarefada com os atendimentos. Então Tara mesmo me mostrou a clínica, que é uma sala para os atendimentos e outra atrás para o parto. Uma sala bem pequena com duas camas, um ambiente não muito acolhedor, mas é ali que as mulheres têm seus bebês.

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Me deu uma dó porque a filha de Tara estava chorando com medo o tempo todo… a mãe disse que é porque quando elas vão ali é para fazer vacina. Ou seria lembranças do parto?

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Outra clínica foi em Nusa Dua. A minha amiga Lívia estava comigo. Uma clínica bem pequena. A enfermeira mostrou a sala de parto. Uma sala com duas camas para parto normal. A enfermeira controla todo o trabalho de parto, quando está chegando perto da hora de nascer, ela chama o médico.

Havia uma mulher em trabalho de parto com apoio de seu marido. Pedi para a enfermeira perguntar a eles se eu poderia entrar. Com sua permissão, eu entrei. Ela estava deitada na cama de lado. Começamos a conversar, mas quem sempre respondia era o marido, acho que ela não entendia inglês. Eles falaram que ela o primeiro bebê. Ela falou que estava doendo as contrações. Cada contração que vinha via ela se contorcer, mas sem dar um pio.

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Perguntei se doia nas costas. Ela respondeu que sim. Comecei a fazer massagem na lombar devagar, e ela começou a relaxar mais. Falei que movimentar o quadril, se movimentar também podia ajudar…. Ela topou tentar. Levantou começou a movimentar o quadril enquanto eu fazia massagem. Ela parecia estar mais relaxada. Achei que era hora de ir embora, pois estava apenas visitando e quando vi já estava lá ajudando uma mulher em trabalho de parto… estou com saudades de fazer isso!

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Fui embora, mas logo depois voltei para ver como ela estava e para dar meu cartão que tinha esquecido de deixar, que tinha meu email para que eu pudesse mandar as fotos. Cheguei na sala e ela estava em pé, movimentando o quadril e seu marido massageando a lombar! Fiquei muito feliz de ver essa cena! Ela e o marido sorriram para mim e me agradeceram, falando que tinha melhorado bastante!

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Conversei com a enfermeira e falei que movimentar, trocar de posições, fazer massagem durante o trabalho de parto ajuda bastante! Sugeri que ela fosse conhecer Bumi Sehat e ver como os partos acontecem por lá, ela pareceu interessada.

Em Kuta visitei outra clínica que é baseada no cuidado de enfermeiras. É como se fosse uma casa de parto, onde só acontecem partos normais, mas a filosofia do parto humanizado. Mas é bem organizada e limpa.

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As enfermeiras obstetras Sukadani e Ni Pt Ayu me receberam e foram muito atenciosas, mostraram toda a clínica. Há uma sala de parto com duas camas separadas por uma Cortina. Os partos sempre acontecem na posição ginecológica.

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As enfermeiras não sabiam que podia ser de outra forma. Se elas precisarem de ajuda, em um parto complicado, elas ligam para o medico, geralmente para usar forceps ou vácuo para extração do bebê. O bebê nasce e é levado para receber os primeiros cuidados de rotina. Depois a mãe e o bebê vão para o quarto de pós parto geralmente por 2 dias. Há o quarto privado e o compartilhado. O privado é mais caro.

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Eu falei para elas: “Mas você sabe que na minha prática no Brasil, a maioria das mães optam por ter bebê de cócoras!” , Tentando não machucá-las, mas para dizer que existem outras opções … Eles olharam uma para o outra e deram um sorriso, acho que elas acharam engraçado imaginar uma mulher tendo bebê de cócoras: “Ah, mas aqui não, todas as mulheres dão à luz deitadas, na posição normal! Como se fosse a melhor forma, mais civilizada!
Mas falei que as outras posições podiam ajudar o bebê a descer, podia facilitar… eles mostraram interesse de saber mais sobre isso, e sugeriram que eu voltasse para dar um curso.

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A maioria dos profissionais e das mulheres simplesmente desconhecem outra forma para os bebês nascerem… foram condicionadas a pensar que essa é a única e melhor maneira! Quem sabe uma próxima vez que voltar venho pronta para dar cursos?

Fiquei com esse pensamento na cabeça… seria outro projeto! Quem sabe no futuro… Vivendo e Aprendendo!

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