Dutch Midwifery System: Vanguard or Vestige?Sistema Obstétrico Holandês: vanguarda ou vestígio?

Beatrijs Smulder said “When I completed my training, Professor Kloosterman, who spoke at my graduation ceremony, said that it was “5 minutes to midnight” for midwifery in Holland and that it could go either way: following the international community by medicalising birth with total birth hospitalisation, or by choosing to keep the Dutch midwifery system, through retaining the system of prenatal screening that ensures the wonderful autonomy of independent midwifery. His words had a huge impact on my colleagues and I and it inspired us all to take action to stop this decline in homebirths.1

The steepest decline in home births occured in the 1970s. Some suggest this move to the hospital was largely the result of a government decision to allow healthy woman the option of a short stay hospital birth (i.e. polyclinic birth).2

Proportion of home births
homebirthholand

Midwife-attended births by location, 2007/2009
midwife

But there are also other trends in society associated with the decreased popularity of midwife-assisted birth at home. Increased use of hospital birth is associated with Dutch womans’s increase level of participation in paid labor; older mothers; decrease in fertility and chaging notions of family and the womans place in it. For many working woman, hospital seems a convenient choice. Interviews with expectant parents show that Dutch attitudes towards birth are becoming more like those in other countries. The most common reasons for not staying at home are “too much mess” and to have emergency equipment readly avaliable.2

Until 1980 most of midwives worked single-handedly or 24/7, just 10% of them worked in group practices. The pregnant knew she was going to have the same midwife during pregnancy, birth and postpartum. Today the majority of midwives work in group practices. This way they can have a more balanced life, but subly alters the relationship between midwives and mothers. 2

Today all forces that shaped midwifery in other countries exist in Netherlands.
Vanguard or vestige?2

I would say that now the clock is 3 minutes to midnigth! But I prefer to believe that it is still a vanguard that will continue on with informed mothers having choices of where, with who and how to have their babies and home birth stops to decline. Hope that other countries are going to change towards a birth model that work instead Dutch system change into a birth model that don’t work and became just a vestige.

Robbie Davis Floyd Said that nowadays dutch system lost the number 1 ranking for the Best Birth Model that Work (country scale). Number 1 would be New Zealand. In January we are going to go to New Zealand to discover Why!

Birth Rate: 10.23 births/1,000 population (2011 est.)
Neonatal Mortality: 2,8 / 1.000 live births (2009)
Infantil Mortality: 4,59 / 1.000 live births (est 2011)
Maternal Mortality – 9/ 100.000 live births
C-Section: 14 %
Homebirth: 24%

Reference:
1 Beatrijs Smulders.The Place of Birth: The Dutch Midwifery System. 1999. Avaliable at
2 DeVries, Raymond, Therese A. Wiegers, Beatrijs Smulders, and Edwin van Teijlingen. 2009. “The Dutch Obstetrical System: Vanguard of the Future in Maternity Care.” In Birth Models That Work, eds. Robbie Davis-Floyd, Lesley Barclay, Betty-Anne Daviss, and Jan Tritten. Berkeley: University of California Press, pp. 31-54.
3 Marieke Houben–van Herten. Three quarters of deliveries in hospital. CBS, Statistics Netherlands. 2011.Avaliable at:
Beatrijs Smulder disse “Quando eu terminei a minha formação ( década de 70) , Professor Kloosterman, que falou na minha cerimônia de formatura, disse que faltavam “5 minutos para a meia-noite” para a parteria na Holanda e que poderia seguir dois caminhos: seguindo a comunidade internacional através da medicalização e total hospitalização do parto, ou optar por manter o Sistema de Obstétrico Holandês, mantendo o sistema de triagem pré-natal que assegure a autonomia maravilhosa das parteiras. Suas palavras tiveram um impacto enorme sobre mim e meus colegas e nos inspirou a tomar medidas para acabar com este declínio em partos domiciliares”. 1

O maior declínio do parto domiciliar ocorreu na década de 70. Alguns sugerem que o aumento do parto no hospital em grande parte foi resultado da decisão do governo de permitir que mulheres saudáveis tivessem a opção de uma estadia curta no hospital/ policlínicas. Mas também há outros aspectos relacionados com o declínio da popularidade do parto em casa assistido por parteiras. 2

Proporção de Partos Domiciliares
homebirthholand

Proporção de partos atendidos por parteira
midwife

O aumento dos partos hospitalares está associado com o aumento de partos pagos pelas mulheres; diminuição da fertilidade; mães com mais idade; mudança da noção de família e o lugar da mulheres na família. Para muitas mulheres trabalhadoras o parto hospitalar parece ser a opção mais conveniente. Entrevistas com casais grávidos holandeses mostram que suas atitudes em relação ao parto estão se tornando mais parecidas com os outros países. As razões mais comuns para não ficar em casa são são: muita bagunça e para ter equipamentos de emergência disponíveis rapidamente. 2

Até 1980 a maioria das parteiras trabalhavam sozinhas e 24 horas disponível, apenas 10% trabalhavam nas práticas do grupo. A gestante sabia que teria a mesma parteira durante a gravidez, parto e pós-parto. Hoje a maioria das parteiras trabalham em práticas de grupo. Dessa forma, elas podem ter uma vida mais equilibrada, mas sem dúvida altera a relação entre parteiras e mães. 2

Hoje todas as forças que moldaram a parteria em outros países, existem na Holanda. Vanguarda ou vestígio? 2

O relógio passou, agora são 3 minutos para meia noite. Mas eu prefiro ser otimista e acreditar que é uma vanguarda que vai continuar com mães informadas podendo escolher de como, com quem e onde vai ter seu bebê e que o parto em casa pare de cair. Espero que outros países mudarão em direção a ser um modelo de parto que funcione ao invés do sistema holandês fazer o caminho contrário e tornar-se um vestígio.

Robbie Davis Floyd, antropóloga disse que o sistema holandês perdeu o lugar número 1 de Melhor Modelo de Parto que Funciona (em escala nacional). O troféu agora está com a Nova Zelândia.
Em janeiro vamos a Nova Zelândia descobrir o porquê!

Índice de natalidade: 10.23 births/1,000 population (2011 est.)
Mortalidade neonatal – 2,8 / 1000 nascidos vivos (2009)
Mortalidade infantil – 4,59 / 1.000 nascidos vivos (est 2011)
Mortalidade Materna – 9 / 100000 nascidos vivos (2008)
Parto Domiciliar: 24% (2009)
Cesariana – 14% (2008)

Referências:
1 Beatrijs Smulders.The Place of Birth: The Dutch Midwifery System. 1999. Avaliable at
2 DeVries, Raymond, Therese A. Wiegers, Beatrijs Smulders, and Edwin van Teijlingen. 2009. “The Dutch Obstetrical System: Vanguard of the Future in Maternity Care.” In Birth Models That Work, eds. Robbie Davis-Floyd, Lesley Barclay, Betty-Anne Daviss, and Jan Tritten. Berkeley: University of California Press, pp. 31-54.
3 Marieke Houben–van Herten. Three quarters of deliveries in hospital. CBS, Statistics Netherlands. 2011.Avaliable at:

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3 Resultados

  1. Halana disse:

    Queridos Mayra e Enrico, estou acompanhando a viagem que imagino deve estar sendo fantástica! Mayra dê um toque no que precisar! Fiquei ausente por umas semanas mas agora em Floripa! Um beijo grande e muita luz estrada afora! Lana

    • Mayra disse:

      Oi querida!! Que bom receber notícias suas! A viagem está sendo muito boa mesmo, muitos aprendizados pelo caminho 🙂
      Obrigada pela força!
      Grande beijo!
      Mayra

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