A Partnership Model of CareUm modelo de Parceria

When I read about New Zealand model of care, I thought that more women would choose for homebirth. Personally this is the best option. But actually this is not seen as the best option for most women and families, as homebirth is only 6% in NZ even being avaliable for all women for free! So the opnion of each women and family must be respected.The diferences are also so important. Imagine if we all had the same opinions, would be so boring!

During the interview with Karen Gilliland and Norma Campbell they told me about the Partnership Model of Care between Midwives and Women. I will be sharing with you what they shared with me!

This is a interesting and unique partnership model that is also related with New Zealand background.

In this model the midwife roll is to be there for the women. So it should be a non judgment roll. Some of the midwifery movement around the world is more judgment model then a partnership model. You can’t judge the woman that doesn’t choose your model. The midwifery model is to work in a partnership with women. And she can do that better if she has a relationship with the women. It’s not easy to know what is the best decision to make if the midwife just met the woman when she is labor.

Who is the expert in the woman’s life is the woman herself! The Midwives job is to facilitade women’s and families ideal experience, but she should make sure that their ideal experience is based on informed choice not on fear or misconceptions. Woman should make a decision after having true and real information. So for some women to have their baby in a high tech hospital is very risky and they wouldn’t do it. For other women to have their baby at home is very risky and they wouldn’t do it.

Maybe the decisions the woman makes is not the one that the midwife would choose personaly, but she has to try to make the experience the best as possible for that women. Midwife has to be open to the way the women and family think. If the midwife accepts her roll the rest is easy.

So midwives, obsteric nurses, doulas, doctors, let’s all work in partnership with women and their families!
Let’s make sure they have the right kind of information, but in the end they are going to choose what they feel is better for them at this moment of their lives.

MAMA - MELBOURNE
Quando eu li sobre o modelo de parto da Nova Zelândia, pensei que mais mulheres escolheriam o parto domiciliar. Pois para mim essa é a melhor opção em uma gestação de baixo risco. Mas na verdade essa não é percebida como a melhor opção para a maioria das mulheres e famílias, sendo que o parto domiciliar é apenas 6% na Nova Zelândia, mesmo sendo gratuito para todas as mulheres. Mas as diferenças são tão importantes! Imagine se todos tivessem as mesmas opiniões, seria tão chato!

Durante a entrevista com Karen Gilliland e Norma Campbell elas me contaram sobre o modelo de Parceria entre parteiras profissionais e mulheres na Nova Zelândia . Abaixo compartilho com vocês!

Este é um modelo únco de parceria que também está relacionado com o contexto histórico da Nova Zelândia .

Neste modelo, o papel da parteira profissional é estar lá para as mulheres. Por isso, deve ser um papel sem julgamentos. Alguns dos movimentos de parto humanizado em todo o mundo parece se um modelo de julgamentos e não um modelo de parceria. O foco do modelo de parto da NZ é de trabalhar em parceria com as mulheres. O profissional pode fazer isso melhor se ele tem uma relação mais íntima com as mulheres. Não é fácil saber qual é a melhor decisão a tomar se oprofissional só conheceu a mulher quando ela esta em trabalho de parto.

Quem é o especialista na vida da mulher é a própria mulher! O trabalho do profissional é facilitar que as mulheres e famílias tenham a sua experiência ideal, certificando-se que essa experiência ideal baseia-se na escolha informada não no medo ou em conceitos erroneos.

Talvez as decisões que a mulher faz não é a que o profissional escolheria pessoalmente, mas ele tem que respeitar. Dessa forma encontraremos que para algumas mulheres ter o bebê em um hospital de alta tecnologia é muito arriscado e ela não escolheria. Para outras mulheres ter o bebê em casa é muito arriscado e que ela não faria isso.

Então parteiras, enfermeiras obstetras, doulas, médicos, vamos todos trabalhar em parceria com as mulheres e suas famílias! Vamos ter certeza de que eles têm as informações corretas, mas no final eles que escolherão o que eles sentem ser melhor para eles neste momento de suas vidas!

MAMA - MELBOURNE

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